A poucos dias do início da Copa do Mundo de Futebol, preparamos uma seleção dos Estádios que vão receber os jogos do mundial. Pela primeira vez na história das copas, o continente africano sedia o campeonato, e caprichou na estrutura para receber torcedores do mundo todo. Confira:
1 - Soccer City O maior e principal estádio de futebol da África do Sul será também o principal estádio da Copa do Mundo de 2010, onde será realizada a primeira partida, e também a grande decisão do Mundial. Em 1996, os 80mil torcedores nele presentes puderam acompanhar uma emocionante final de campeonato, quando a seleção nacional derrotou a Tunísia pela Copa das Nações da África. Sua capacidade será aumentada de 80mil para 94mil pessoas.
2 - Nelson Mandela Bay Construído na cidade de Port Elizabeth para sediar a Copa do Mundo de 2010, com capacidade para 50mil espectadores.
3 - Green Point Stadium O estádio original foi demolido em 2007, para dar lugar a um novo estádio, com 68 mil lugares, recepções VIP’s, estúdios de rádio e televisão e 2 andares de estacionamento.
4 - Ellis Park Stadium Apesar da capacidade inicial para mais de 59 mil espectadores e de ser o estádio mais moderno do país as reformas aumentaram para 70 mil o número máximo de espectadores.
5 - Free State Stadium Situado a 2km do centro da cidade de Bloemfontein, foi construído em 1952 e reformado para a realização do Mundial.
6 - Peter Mokaba Construido na cidade de Polokwane, no norte da África do Sul, com capacidade para 45mil espectadores. O nome foi atríbuido ao estádio em homenagem a um dos grandes ativistas político na luta contra o Apartheid Social, Peter Mokaba.
7 - Loftus Versfeld Encontra-se a 2km do centro de Pretória, tem capacidade para 45mil pessoas, foi construído em 1906 e desde 1977 tem passado por constantes restaurações.
8 - Mbombela Stadium O estádio tem capacidade para 40mil torcedores. É provável que o estádio receba somente jogos da primeira e segunda rodada do Mundial de 2010.
9 - Royal Bafokeng Sua capacidade foi ampliada para 40mil pessoas, com a construção de 2 fileiras adicionais de cadeiras na parte superior do estádio.
10 - King Senzangakhona Stadium Tem capacidade para 70 mil espectadores e está localizado na cidade de Durban. Com formato ovalado, o estádio é coberto por um arco de 100 metros de altura que cruza todo o seu diâmetro.
Escrito por: Gustavo Bettin, em 27/05/2010, às 11:28:49 ( 0 ) comentário
No passado, a sinestesia era vista como uma aberração neurológica. Hoje, é inspiração para designers
No século 19, o cientista Francis Galton, primo de Charles Darwin, fez uma descoberta curiosa: um número ínfimo da população (no seu cálculo, uma em cada 200 mil pessoas), ao se deparar com um número, o via colorido. O “5” era percebido por algumas na cor azul-escuro. Já outra pessoa enxergava o “2” em amarelo. Não era uma condição lá muito poética ou agradável para os pacientes. Pois ela beirava a alucinação e causava sofrimento. Ele chamou esta síndrome de “sinestesia”, a mistura dos sentidos.
Atualmente, graças à neurociência, a sinestesia deixou de ser um bicho de sete cabeças. Despida do velho rótulo de disfunção cerebral, a sinestesia começa a ser usada por empresas de design e institutos de tecnologia para o desenvolvimento de produtos inovadores, que rompem as barreiras convencionais dos sentidos. Imagine uma análise “sonora” de sangue nos laboratórios. Um método de degustação de chocolates por imagens. Ou a alfabetização por odores agradáveis. A imaginação é o limite.
“O design sinestésico baseia-se no melhor alinhamento possível entre os aspectos do design e a percepção multissensorial dos objetos pelas pessoas”, diz Michael Haverkamp, da Universidade de Colônia, na Alemanha. Haverkamp investiga as percepções corpóreas do som. Seu trabalho, como o de outros pesquisadores da área, ajudou designers a desenvolverem interfaces gráficas de tocadores de música de computador, como o Windows Media Player. Na verdade, trata-se daquelas que aparecem na tela do computador enquanto a música toca – um dispositivo que muita gente evita, reclamando de dores de cabeça depois de algum tempo de uso.
No entanto, há uma outra aplicação musical sinestésica que promete se tornar uma revolução – e que não tem nada a ver com entretenimento. Trata-se dos princípios da sinestesia associados às análises clínicas de laboratório. A Universidade de Minnesota está desenvolvendo um método de análise “sonora” de sangue. Atualmente, nos exames convencionais, o sangue coletado é escaneado visualmente. Cada componente corresponde a uma cor. Porém, os tons muitas vezes se sobrepõem e se confundem, o que dificulta o diagnóstico. A universidade americana criou um software que relaciona sons aos componentes químicos, com alturas e timbres diferentes. Ao todo, o laboratório criou uma “orquestra” de 57 sons para a análise clínica. “Hoje, eu consigo ouvir as anomalias, onde antes o olho não conseguia perceber diferenças”, diz o doutor Charles Sweeley, chefe do departamento.
Uma outra linha de pesquisa envolve o desenvolvimento de material pedagógico para alfabetização. A americana Frog Design desenvolve um sistema de leitura no qual a criança pode associar odores às letras. O som do “A” pode vir acompanhado do delicado odor da maçã (apple, em inglês), e o “C”, do delicioso aroma de chocolate. A alfabetização pode se tornar muito mais prazerosa (e, cá entre nós, criar um milionário filão de “odor books”). “Nós estaremos perdendo oportunidades preciosas, se não formos capazes de explorar todo o potencial dos sentidos”, diz Laura Richardson, designer e diretora da Frog.
O registro de patentes é um termômetro de como anda o índice do desenvolvimento tecnológico e de pesquisa dos países. Abaixo o ranking dos dez países que mais registraram patentes em 2009.
Uma ação inusitada da WV na Suécia aposta na teoria de que diversão e felicidade são duas grandes chaves para as mudanças e melhorias no mundo. Um grande piano foi "montado" em uma escada de um local público ( aparentemente uma estação de metrê ). As descobrirem a novidades, as pessoas começam a interagir com o piano, e subir a escada deixa de ser um martírio e passa a ser uma grande diversão. Confira:
Escrito por: Gustavo Bettin, em 15/10/2009, às 09:16:22 ( 0 ) comentário
Três dias após o anúncio do Rio de Janeiro como sede das olimpíadas de 2016, começamos a refletir mais calmamente sobre o assunto, passada a euforia momentânea do dia da escolha. Opiniões divergentes em todos os lugares, seja na blogosfera, twitter, orkut, na empresa, em casa, na faculdade. Sempre tem um contra, dois a favor, e muitos em cima do muro. Comemoramos o fato do crédito que o Brasil recebeu do COI (Comitê Olímpico Internacional) e a confiança por delegar à nossa nação a realização desse evento. Não apenas ao governo brasileiro ou carioca, mas à todos os que aqui residem, pois um evento de tal dimensão não se faz apenas com vontade política.
Esta é sim, uma grande oportunidade do Brasil mostrar para o mundo seu potencial humano, e provar por A + B que não somos apenas carnaval, prostituição e falcatruas. Torcemos para que o Brasil apresente uma significativa evolução não só no quadro de medalhas, mas também na consciência da população, na coerência e responsabilidade dos governantes e no reconhecimento e respeito mundo afora.
Escrito por: Gustavo Bettin, em 05/10/2009, às 08:46:10 ( 0 ) comentário