|
|
|
|
|
|
  oxyblog
  você está em home > oxyblog
   
 
Fases da vida, crescimento profissional

Por: Iliel Pessina

Por muitas vezes, me pego pensando como foi que chequei até aqui, como profissional. Relembro minha infância, meus amigos e colegas de escolas, busco informações do que cada um está fazendo hoje.

O crescimento profissional só depende se você mesmo, saber escolher as oportunidade que aparecer em sua vida é fundamental para o sucesso. Saiba aproveitar os conhecimentos e experiências das pessoas que estão ao seu ciclo social, tenha uma visão criteriosa sobre todos e amplie seus conhecimento e a sabedoria.

No trabalho, aprenda mais, nunca fique parado, seu superior sempre estará observando e com certeza saberá se você cresceu ou estabilizou profissionalmente, e isso faz muita diferença.  Construa uma carreira sólida.

Tudo na vida acontece em fases, escola, estágio, trabalho efetivo, reconhecimento e sucesso. Não só na vida profissional, mas também na pessoal, temos que sempre saber a hora certa de cada fase. Tudo deve ser planejado, quando se é planejado é alcançado. Verifique se você está na fase certa. Reflita em que fase você está e aonde quer chegar.

Ilustração: AC Dubeaux Jr.



Escrito por: Iliel Pessina, em 12/01/2010, às 11:55:14     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: profissional
Tags:

 
Feliz OxyNatal!

 A OXYCOM está em ritmo de férias.... enfim, as merecidas férias!

Pra comemorar, preparamos uma mensagem especial de Natal, que você pode conferir em http://tinyurl.com/ygvxpdk

Feliz Natal a todos!  E um 2010 repleto de muitas conquistas!!!!!



Escrito por: Gustavo Bettin, em 23/12/2009, às 10:32:29     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: enquanto isso, na OXYCOM
Tags:

 
Oxycom no MídiaFest2009

Aconteceu ontem, 26 de novembro, a edição 2009 do MídiaFest, promovido pela APP Campinas (Associação dos Profissionais de Propaganda). A equipe OXYCOM esteve presente na festa, e aproveitou ao máximo os momentos de descontração além das paredes da agência. Regada a quitutes e bebidas geladas para rebater o calor, a noite foi muito agradável, confira alguns cliques:

 



Escrito por: Gustavo Bettin, em 27/11/2009, às 09:13:57     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: enquanto isso, na OXYCOM
Tags:

 
A Revolução do Azul

Sempre atentas às tendências do mercado, e preocupadas com a eficiência de sua comunicação, as grandes empresas e corporações investem milhões em sua imagem. Como demonstra o gráfico abaixo, a cor azul tem predominado nas escolhas dessas empresas para representar suas marcas.
Estudos encontrados na internet apontam algumas vantagens do uso da cor azul na comunicação: transmite a verdade, afeto, paz, serenidade, fidelidade. Predispõe à simpatia; oferece uma sensação de paz para produtos e serviços que precisam demonstrar sua segurança e estabilidade.



Escrito por: Gustavo Bettin, em 18/11/2009, às 09:44:05     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: marcas
Tags:

 
Oportunidades de bons negócios, em tempos de revolução digital!

Novas tecnologias possibilitam expansão do negócio, e o crescimento da empresa:

Em uma manhã de julho, em que os termômetros na cidade de Santo André, na Grande São Paulo, registram 14 graus, o movimento nos quatro andares da fabricante de máquinas de sorvetes Finamac é intenso. Nos últimos 19 anos, os operários não trabalhavam em pleno inverno. Eram liberados em fevereiro e voltavam apenas no segundo semestre, quando começavam a pingar os pedidos para o verão. Mas, neste ano, os 29 funcionários não tiveram folga. A sazonalidade, enfrentada desde a fundação da empresa, em 1989, deixou de ser um problema. Por trás dessa mudança está o empresário Marino Arpino, 50 anos, e uma aliada: a internet.

Durante toda a década de 90, Arpino apostou nas feiras do setor de alimentação para atrair clientes. Pagava R$ 20 mil por inscrição, mas fechava poucos contratos. A partir de 2000, concentrou suas energias no site. Também não funcionou. A virada aconteceu em 2007, quando Arpino descobriu o Google. O principal site de busca do mundo oferecia uma ferramenta de divulgação poderosa, o link patrocinado. Quando um usuá­rio da rede faz uma pesquisa no buscador, os anúncios das empresas relacionados ao tema procurado aparecem no topo da tela. Gustavo Silva, proprietário da Concórdia, uma padaria de Quaraí, na divisa do Rio Grande do Sul com o Uruguai, entrou no site do Google, escreveu as palavras “máquina de picolé” e encontrou o link da Finamac. “Fechei no mesmo dia a compra de duas e depois encomendei mais três”, afirma.

Arpino começou tímido, investindo R$ 1 mil por mês, e cometeu um erro muito comum aos principiantes nesse tipo de marketing. As campanhas iniciais, vagas, não apareciam em busca nenhuma. “Eu misturava padaria, bar, restaurante, tudo que pudesse ter ou vender sorvete.” Então ele percebeu que os resultados poderiam ser melhores se tivesse foco. Bolou uma estratégia usando as expressões “comece seu próprio negócio”, “oportunidade de verão” e “desemprego.” E outras nove para diferentes públicos. Era o caminho para bombar na web. “Passei a receber dez e-mails por dia. Quanto mais gastava com os links, mais e-mails recebia”, diz.

A possibilidade de vender para lugares distantes, no Brasil e no mundo, o fascinou. Até então, as exportações representavam 5% do seu faturamento anual de R$ 2,5 milhões e seguiam para quatro paí­ses da América do Sul. Depois de traduzir suas campanhas no Google para o inglês e o espanhol, a receita pulou para R$ 4 milhões no ano passado e as exportações chegaram a R$ 800 mil — 20% do total. Da fábrica, saíram máquinas para os Estados Unidos, México, Israel e países do Leste Europeu. Para ganhar o mundo, ele adotou outra ferramenta, o VoIP, tecnologia que permite fazer ligações gratuitas pela internet para qualquer ponto do planeta. Em dois anos, a conta de telefone caiu 40%.

Como resultado dos R$ 10 mil que gasta por mês nos links patrocinados, Arpino recebe diariamente 30 e-mails de pessoas do mundo todo interessadas em seus produtos. “Se investisse mais, o resultado seria até maior. Mas minha empresa ainda não tem estrutura para atender a muitos pedidos. A capacidade mensal de produção é de 40 máquinas”, afirma, sem reclamar. Neste ano a Finamac espera faturar R$ 5 milhões. “O importante é que competimos de igual para igual com os italianos, que sempre foram referência no setor de sorvetes.”

Nas duas décadas que separaram a criação da Finamac da conquista de novos mercados o mundo mudou. Completamente. Aprendemos a conviver com blogs, Google, Orkut, Twitter, Skype. Hoje não basta ter um site. Com a web 2.0 é preciso estar conectado com todos esses recursos — e isso é muito mais simples, rápido e lucrativo do que se imagina. Até montar um site ficou fácil. Existem pacotes prontos no mercado a partir de R$ 8. “Acredito que atualmente seja possível montar e operar uma empresa com 20% a 30% do custo necessário há 20 anos”, diz o pioneiro do comércio eletrônico brasileiro, Jack London (leia seu perfil na pág. 4). As ferramentas da internet estão disponíveis para grandes e pequenas empresas: quem usá-las melhor é que vai se dar bem. “O problema é que as pequenas esperam que dê certo nas grandes antes de arriscar quando, na verdade, podem adotar as inovações de uma forma mais rápida por não ter tanta burocracia, afirma Sílvio Meira, cientista chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.

 

Mais um caso de sucesso, que usa a internet como único canal de contato com os clientes:

Os amigos Tiago Teixeira e Tullio Dalpiaz precisaram de R$ 80 mil para abrir, em junho de 2005, a Urban Store, loja online de acessórios e equipamentos para skate que deve faturar R$ 1,5 milhão neste ano. Alugaram uma sala de 45 metros quadrados, contrataram um funcionário, montaram um estoque mínimo e colocaram o site no ar. Tinham 28 anos, um diploma de administração e a vontade de tocar o próprio negócio. Hoje eles trabalham lado a lado em uma sala quase vazia de uma casa recém-alugada em Moema, bairro nobre de São Paulo. De calças jeans largas e uma camiseta sobre a outra, Teixeira fala rápido, arruma de tempo em tempo o boné preto que tem enterrado na cabeça e não tira os olhos do notebook, cercado por dezenas de post-its amarelos colados na mesa. Eles riem ao lembrar dos primeiros passos da Urban. “No início foi difícil, demorou para ganharmos a confiança dos fornecedores e para as vendas deslancharem. Ficávamos olhando para a tela do computador, esperando entrar algum pedido e, de vez em quando, um perguntava para o outro: ‘E aí, meu, nada? Nada...’, lembra Teixeira, esparramado na cadeira.


Mas os sócios acreditavam no potencial do negócio. Sabiam que o skate é o segundo esporte mais praticado no Brasil, depois do futebol. Tinham um público importante para conquistar, formado por jovens entre 12 e 24 anos, que já nasceram com a internet. Faltava apenas encontrar a melhor forma de dialogar com os potenciais consumidores. Além de investir em links patrocinados e em sites de skate, Teixeira e Dalpiaz criaram uma comunidade para a Urban Store no Orkut, rede de relacionamento que pertence ao Google e é a mais usada no Brasil. “O Orkut é uma das melhores ferramentas para interagir com nosso público”, afirma Teixeira. “Colocamos uma lista com as marcas que vendemos, o link para o nosso site, avisamos sempre sobre as promoções e as novidades que chegam à loja e fazemos enquete. Tudo sem custo, só investindo tempo.”
A comunidade reúne mais de 400 membros e gera 1.500 visitas por mês para a Urban. No início do ano, Teixeira e Dalpiaz resolveram ir além e compraram no Orkut um banner, usando sistema similar ao dos links patrocinados — eles compram termos como “skate” e “cultura urbana” e o anúncio aparece em todos os perfis e comunidades que incluam a palavra. “Pagamos, em média, entre 10 e 20 centavos toda vez que alguém clica no banner. E ganhamos mais 700 visitas mensais à nossa loja”, diz Dalpiaz.

A estratégia deu certo. A Urban, que no primeiro ano faturou R$ 130 mil, fechou 2008 com vendas de R$ 850 mil. “Crescemos 40% em relação a 2007 e metade disso é resultado dos nossos investimentos em links patrocinados e no Orkut”, afirma Teixeira, enquanto confere no notebook mais um pedido que acaba de chegar. Assim ficam eles, conectados o tempo todo. “Sou apaixonado por surfe, e neste fim de semana fui para a praia com minha prancha, meu laptop e a internet 3G. Posso cuidar da loja estando em qualquer lugar do Brasil e do mundo”, conta Dalpiaz, abrindo um sorriso tímido no rosto bronzeado.

A Urban recebe, em média, mil pedidos por mês. As roupas, tênis, shapes e rolamentos vendidos são embalados em caixas de papelão, junto com a nota fiscal, antes das 14 horas, quando passa um furgão dos Correios para recolher os pacotes e enviá-los aos quatro cantos do Brasil. “Vendemos muito para o interior. A falta de opção acaba fortalecendo o mercado virtual”, afirma Dalpiaz. Os jovens trabalham no mínimo 12 horas por dia. Respondem aos 80 e-mails que recebem diariamente, liberam os pedidos, negociam com os fornecedores e cuidam do marketing e das finanças. Para tocar a empresa, os sócios têm a ajuda de apenas quatro funcionários. Todos andam de skate. “Quem compra na internet é muito mais informado que o consumidor da loja física. É preciso entender muito bem do que se vende.”

Com as mídias sociais e os outros recursos que surgiram, o consumidor passou a ter um poder que não tinha. “Ele pode pesquisar sobre produtos, fazer comparações de preço, saber o que os outros pensam a respeito de uma empresa.” afirma Carlos Nepomuceno, coordenador do Instituto de Inteligência Coletiva. Tudo isso usando apenas um computador ou um celular conectado à rede.

Se as pessoas se comunicam de um jeito novo, de que adianta falar com elas como no passado? Se não compram mais como antigamente, por que insistir em vender como antes? A mudança de comportamento do consumidor força a uma mudança nas empresas. E quem ainda não se deu conta disso provavelmente já ficou para trás. A boa notícia é que atualmente não há mais necessidade de intermediários. Com as ferramentas da internet, o empreendedor fala direto com quem interessa. “A interação com os consumidores em comunidades digitais é uma grande oportunidade”, diz Clay Shirky, escritor e professor de novas mídias sociais da New York University. “Muitas empresas dizem que não gostam de se expor, mas elas têm que se expor”, afirma Guilherme Ribenboim, presidente do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) e do Yahoo! América Latina.



Escrito por: , em 03/11/2009, às 16:52:53     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: Mundo internet
Tags:

 
Teoria da Diversão - O piano gigante da VolksWagen

Uma ação inusitada da WV na Suécia aposta na teoria de que diversão e felicidade são duas grandes chaves para as mudanças e melhorias no mundo. Um grande piano foi "montado" em uma escada de um local público ( aparentemente uma estação de metrê ). As descobrirem a novidades, as pessoas começam a interagir com o piano, e subir a escada deixa de ser um martírio e passa a ser uma grande diversão. Confira:

 



Escrito por: Gustavo Bettin, em 15/10/2009, às 09:16:22     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: Mundo
Tags:

 
As 10 Marcas Mais Valiosas - 2009

A marca é o maior patrimônio de uma empresa. Marca valorizada é sinônimo de empresa saudável. Na classificação 2009 das Marcas Mais Valiosas do mundo, nos deparamos com pouca (ou nenhuma) alteração em relação à lista de 2008. Algumas empresas subiram na lista, outras desceram, mas nenhuma novidade nem queda acentuada. Os valores apresentados compreendem apenas a avaliação da marca, e não o valor global da empresa (bens, ativos, etc...) Confira:



Escrito por: Gustavo Bettin, em 14/10/2009, às 09:35:27     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: marcas
Tags: 2009, valor,

 
Ascensão feminina no mundo virtual

As mulheres tem, ao longos dos anos, conquistado cada vez mais espaço na publicidade - Ok, mas isso não é novidade pra ninguém.
Curioso mesmo foi o resultado de uma pesquisa divulgada em gráfico pelo escritor David McCandless, que demonstra um claro domínio feminino presente nas plataformas sociais. Segundo ele, as mulheres dominam 12 dos 17 espaços de mídia social visualizados. Apenas o Digg e YouPorn tem maioria masculina – o que era de se esperar!

Enquanto isso, o Ning, Facebook , oDelicious e até mesmo Twitter são utilizados pelo público feminino. Reflexo de outro estudo específico feito na plataforma de 140 caracteres, quando a Universidade de Harvard divulgou que homens são mais seguidos no Twitter do que mulheres .

Em contrapartida, o site Proxxima news, publicou uma matéria relatando que embora a maioria do público seja feminino, o mesmo não consegue assimilar este tipo de intervenção na internet como mídia e em sua maioria não é atingido. A evidência é que, cada vez mais, é compreensível como ambos os sexos possuem percepções distintas de navegação.

A imagem abaixo representa a participação feminina nas mídias sociais:



Escrito por: Laís Ramos, em 06/10/2009, às 13:21:19     ( 1 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: Mundo internet
Tags:

 
Rio 2016 - as olimpíadas do Brasil


Três dias após o anúncio do Rio de Janeiro como sede das olimpíadas de 2016, começamos a refletir mais calmamente sobre o assunto, passada a euforia momentânea do dia da escolha.
Opiniões divergentes em todos os lugares, seja na blogosfera, twitter, orkut, na empresa, em casa, na faculdade. Sempre tem um contra, dois a favor, e muitos em cima do muro. Comemoramos o fato do crédito que o Brasil recebeu do COI (Comitê Olímpico Internacional) e a confiança por delegar à nossa nação a realização desse evento. Não apenas ao governo brasileiro ou carioca, mas à todos os que aqui residem, pois um evento de tal dimensão não se faz apenas com vontade política.

Esta é sim, uma grande oportunidade do Brasil mostrar para o mundo seu potencial humano, e provar por A + B que não somos apenas carnaval, prostituição e falcatruas.
Torcemos para que o Brasil apresente uma significativa evolução não só no quadro de medalhas, mas também na consciência da população, na coerência e responsabilidade dos governantes e no reconhecimento e respeito mundo afora.




Escrito por: Gustavo Bettin, em 05/10/2009, às 08:46:10     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: Mundo
Tags:

 
OxyEquipe 2.0

Olá pessoas!

Vamos a todo vapor!

De uns tempos pra cá muita coisa mudou na Oxycom, e entre elas, a composição da equipe. Você pode conhecer cada um de nós e nossos avatares nesse post, e assim ficaremos mais próximos, ok? A propósito, este que vos escreve é o mais recente membro do grupo.

Douglas Bernardes

" PÔ CARA....!!!! "

@dougbernardes



Iliel Pessina

" Tá bunito! Mas tira o degradê! "

@ilielPessina

 

Camila Gallani / Atendimento

" íííísssooooo "

@camilagallani

 

Laís Ramos - Criação/Design

" Por que tá nevando? Alguém abaixa o ar! "

@flodimaracujah

 

Juliana Moreira - Criação/Design

" Não existe! Nunca existiu! "

@juhlii

 

Gustavo Bettin - Redação

" chocolate raaaain "

@gustavo_bettin

 

Marcelo Rodrigues - Programador Web

 " ô meu pai "

@zephys

 

Rafael Godoy - Programador Web

* não gostei do seu Lei-olt *


 




Escrito por: Gustavo Bettin, em 02/10/2009, às 11:30:49     ( 0 ) comentário     [ link ]    [ envie esta postagem ]
Categoria: enquanto isso, na OXYCOM
Tags: oxycom, profissional,

   
Primeira |< | 1 | 2 | 3 | 4 | > |Última